Imprensa livre é 'essencial' para a democracia e eleições, afirma presidente do TSE
Imprensa livre é ‘essencial’ para a democracia e eleições, afirma presidente do TSE

Imprensa livre é ‘essencial’ para a democracia e eleições, afirma presidente do TSE

Jornalismo desempenha papel crucial na garantia de eleições democráticas e transparentes, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, destacou a importância vital da imprensa para o bom andamento do processo democrático e eleitoral no Brasil. Em cerimônia realizada nesta segunda-feira (17), ele inaugurou o Centro de Divulgação das Eleições […]

Resumo

Jornalismo desempenha papel crucial na garantia de eleições democráticas e transparentes, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, destacou a importância vital da imprensa para o bom andamento do processo democrático e eleitoral no Brasil. Em cerimônia realizada nesta segunda-feira (17), ele inaugurou o Centro de Divulgação das Eleições (CDE), um espaço dedicado a profissionais da mídia que cobrirão as eleições de 2026.

“O trabalho realizado por vocês jornalistas, de dentro e de fora do país, é essencial para que a sociedade tenha acesso a informações corretas e contextualizadas sobre o processo eleitoral. Nunca é demais sublinhar que uma imprensa livre e participativa é sinônimo de democracia”, afirmou Nunes Marques. Ele ressaltou que o CDE funcionará como a “casa da imprensa” nos próximos meses, simbolizando o “diálogo aberto” entre a Justiça Eleitoral e os veículos de comunicação, visando garantir que a “transparência e o acesso à informação não encontrem quaisquer obstáculos”.

Campanha publicitária do TSE com toque musical

Durante o evento, o ministro também apresentou a nova campanha publicitária do TSE para as eleições deste ano. A campanha tem como trilha sonora o samba “Coisa de Pele”, de Jorge Aragão, escolhido por sua capacidade de dialogar com os valores democráticos e a identidade brasileira. Nunes Marques revelou ter conversado com o próprio artista sobre a inspiração por trás da música.

“Conversando com Jorge Aragão, disse que ele tinha feito uma poesia, porque de fato é um dos maiores poetas da música brasileira, que retratava bem a eleição no Brasil”, relatou o presidente do TSE. Ele explicou que, ao citar trechos da canção como “Podemos sorrir, nada mais nos impede. Não dá para fugir dessa coisa de pele”, a referência pode ser associada às cotas raciais implementadas pelo TSE. Outras passagens da música, como “Arte popular do nosso chão. É o povo quem produz o show e assina a direção”, foram conectadas por ele à importância do eleitor como protagonista do processo eleitoral. A iniciativa busca reforçar a ideia de que a urna eletrônica é um instrumento genuinamente brasileiro e que a participação popular é o motor do show democrático.

As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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