Flávio Bolsonaro assume protagonismo em audiência nos EUA sobre sobretaxas a produtos brasileiros
Flávio Bolsonaro assume protagonismo em audiência nos EUA sobre sobretaxas a produtos brasileiros

Flávio Bolsonaro assume protagonismo em audiência nos EUA sobre sobretaxas a produtos brasileiros

Senador Flávio Bolsonaro representará o Brasil em Washington O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) será o principal representante do Brasil em uma audiência em Washington D.C. nesta terça-feira (7), que discutirá a possibilidade de os Estados Unidos imporem sobretaxas a produtos brasileiros. Inicialmente, o influenciador Paulo Figueiredo estava escalado para participar presencialmente, mas optou por enviar […]

Resumo

Senador Flávio Bolsonaro representará o Brasil em Washington

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) será o principal representante do Brasil em uma audiência em Washington D.C. nesta terça-feira (7), que discutirá a possibilidade de os Estados Unidos imporem sobretaxas a produtos brasileiros. Inicialmente, o influenciador Paulo Figueiredo estava escalado para participar presencialmente, mas optou por enviar uma contribuição por escrito ao governo americano, a fim de dar maior destaque à atuação do senador.

A audiência faz parte de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre políticas brasileiras em diversas áreas, incluindo comércio digital, proteção de propriedade intelectual, produção de etanol, desmatamento ilegal e combate à corrupção. A decisão final sobre a imposição de tarifas, que podem chegar a 25% sobre produtos brasileiros, está prevista para 15 de julho.

As informações foram apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo.

O papel de Flávio Bolsonaro e a desistência de Figueiredo

Flávio Bolsonaro terá cinco minutos para discursar na audiência e pretende argumentar em defesa das empresas brasileiras, buscando evitar a imposição de novas tarifas. O senador pretende rebater o que classifica como “estragos” causados pela política externa do governo atual, com o objetivo de proteger empregos e investimentos no país.

Paulo Figueiredo, por sua vez, justificou sua desistência como uma estratégia para ampliar o foco na atuação de Bolsonaro. Sua contribuição escrita ao governo dos EUA deve abordar a Lei Magnitsky, uma legislação americana que permite a aplicação de sanções contra indivíduos estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos. Figueiredo sugere que os EUA considerem aplicar essa lei a indivíduos específicos, em vez de penalizar o setor comercial brasileiro como um todo com tarifas.

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