Alcolumbre comemora aprovação do fim da escala 6x1: 'Eu não falei que ia dar certo?'
Alcolumbre comemora aprovação do fim da escala 6×1: ‘Eu não falei que ia dar certo?’

Alcolumbre comemora aprovação do fim da escala 6×1: ‘Eu não falei que ia dar certo?’

Alcolumbre celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1 com líder do PT O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou sua satisfação com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de trabalho 6×1. A celebração ocorreu em conversa com o líder do PT no Senado, Camilo […]

Resumo

Alcolumbre celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1 com líder do PT

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou sua satisfação com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de trabalho 6×1. A celebração ocorreu em conversa com o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), logo após a votação nesta quarta-feira (14). Um áudio captado pelo microfone de Alcolumbre registrou o momento em que ele comemora o resultado.

Após a aprovação em primeiro turno, Santana parabenizou Alcolumbre, atribuindo a ele grande responsabilidade pelo avanço da proposta. Em resposta, Alcolumbre, com um sorriso, questionou retoricamente: “Eu não falei que ia dar certo?”. A PEC foi aprovada em dois turnos com expressiva votação de 75 votos a favor e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

O fim da escala 6×1 é uma das bandeiras históricas defendidas pelo Partido dos Trabalhadores e foi pauta relevante durante a campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta enfrentou um período de estagnação no Senado desde maio, reflexo do distanciamento entre Alcolumbre e o Palácio do Planalto, decorrente da rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Curiosamente, em outra ocasião, o microfone da Mesa Diretora também captou uma previsão assertiva de Alcolumbre sobre a derrota de Messias. Momentos antes do anúncio oficial do resultado da votação para o STF, o presidente do Senado confidenciou ao então líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), que acreditava na perda por uma margem de oito votos. A previsão se confirmou, com Messias recebendo 34 votos favoráveis contra 42 contrários, uma diferença que selou sua não aprovação. A reaproximação entre Lula e Alcolumbre só ocorreu em agosto.

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