Chás: Descubra os benefícios da camomila, hibisco e chá verde para a saúde
Chás: Descubra os benefícios da camomila, hibisco e chá verde para a saúde

Chás: Descubra os benefícios da camomila, hibisco e chá verde para a saúde

Os chás, feitos a partir de uma vasta gama de plantas, raízes e frutas, oferecem uma diversidade de sabores e, segundo especialistas, uma gama de benefícios à saúde. No entanto, é crucial desmistificar algumas crenças populares e entender como essas bebidas podem, de fato, contribuir para o bem-estar. A ideia de que chás emagrecem, por […]

Resumo

Os chás, feitos a partir de uma vasta gama de plantas, raízes e frutas, oferecem uma diversidade de sabores e, segundo especialistas, uma gama de benefícios à saúde. No entanto, é crucial desmistificar algumas crenças populares e entender como essas bebidas podem, de fato, contribuir para o bem-estar.

A ideia de que chás emagrecem, por exemplo, precisa ser contextualizada. Nutricionistas afirmam que a bebida pode ser uma aliada em um plano alimentar para perda de peso, mas não age diretamente na queima de gordura. O efeito de redução de peso observado em alguns casos, como com o chá de hibisco, está mais relacionado à sua ação diurética, que combate o inchaço e a retenção de líquidos, e não à eliminação de gordura corporal. O emagrecimento eficaz, ressaltam os especialistas, depende de um planejamento alimentar com déficit calórico, sempre com acompanhamento profissional.

No que diz respeito ao sono, chás como o de camomila e passiflora (derivado do maracujá) podem ser incorporados à rotina de higiene do sono. Eles não funcionam como medicamentos, mas auxiliam no relaxamento e na preparação para dormir, contribuindo para um momento de tranquilidade antes de deitar. Por outro lado, é importante saber que alguns chás contêm cafeína – como o chá preto, verde, mate e branco – e, por isso, devem ser consumidos com cautela antes de dormir, especialmente por quem busca um sono reparador. Para quem não aprecia café, esses chás podem servir como alternativas para aumentar o estado de alerta.

Para a digestão, chás de hortelã, gengibre, boldo e erva-doce são conhecidos por aliviar desconfortos gastrointestinais, reduzir enjoos e auxiliar no processo digestivo após as refeições. No entanto, o consumo diário de chás requer atenção. A nutricionista Sabrina Theil alerta que certas condições de saúde podem ser afetadas. O chá de hibisco, por exemplo, tem efeito hipotensor (baixa a pressão), o que pode ser problemático para hipertensos que já utilizam medicação, podendo levar a uma queda excessiva da pressão arterial.

A recomendação geral é consumir chás logo após o preparo para garantir a manutenção de suas propriedades. Chás com cafeína e o de hibisco, devido à sua ação diurética, são preferencialmente indicados para o período da manhã. A forma de preparo também influencia: métodos naturais como infusão (para folhas e flores) e decocção (para cascas e raízes) são os mais indicados. Chás de sachê são permitidos, mas deve-se ter atenção aos chás engarrafados, que frequentemente contêm adoçantes e conservantes.

Em relação ao adoçamento, a reeducação do paladar é incentivada. A nutricionista sugere iniciar o consumo sem açúcar para que as papilas gustativas se adaptem. Para quem prefere um toque adocicado, alternativas mais saudáveis como estévia ou sucralose são recomendadas. O aspartame, por sua vez, deve ser evitado, especialmente após ter sido classificado como “possivelmente cancerígeno” pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc).

As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pela newsletter Cuide-se.

Tags:

Veja Também

Governo Lula pede à PF investigação de ameaças de morte contra deputada eleita por MG

Governo Lula pede à PF investigação de ameaças de morte contra deputada eleita por MG

Governo Lula mira cargos do Centrão que apoiaram Bolsonaro

Governo Lula mira cargos do Centrão que apoiaram Bolsonaro

Copiloto da Flydubai Planejou Ataque ao Estilo 11 de Setembro Contra Israel, Diz Procurador

Rússia descarta peste em contatos de funcionária morta por pneumonia

Pacientes com dengue em UTIs do SUS chegam em estado mais grave que na rede privada, aponta estudo

Pacientes com dengue em UTIs do SUS chegam em estado mais grave que na rede privada, aponta estudo