Pesquisa Genial/Quaest revela cenário eleitoral para 2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para a corrida presidencial de 2026, segundo a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). No cenário estimulado, que apresenta opções de candidatos aos eleitores, Lula soma 40% das preferências, ostentando uma vantagem de 12 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que figura em segundo lugar com 28%.
Em simulações de segundo turno, a diferença entre os dois candidatos diminui, mas Lula mantém a dianteira. O levantamento também explorou outros confrontos diretos, indicando que o petista sairia vitorioso contra Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).
As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pela Genial/Quaest.
Potencial de crescimento e rejeição dos pré-candidatos
Além das intenções de voto, a pesquisa Genial/Quaest mediu o nível de conhecimento de cada pré-candidato junto ao eleitorado e o potencial de crescimento, avaliado pela probabilidade de voto. Este item é fundamental para entender a capacidade de cada nome em atrair novos eleitores ou estagnar nas pesquisas. Neste aspecto, Flávio Bolsonaro e Lula emergiram como os pré-candidatos mais rejeitados pelo eleitorado, indicando desafios significativos para ambos em suas respectivas campanhas.
A pesquisa incluiu tanto um cenário espontâneo, onde os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados, quanto um cenário estimulado, que visa simular o comportamento do eleitor em uma votação real com a lista de potenciais concorrentes.
Metodologia da pesquisa
O levantamento da Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 10 e 13 de julho, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pelo Banco Genial S.A. e possui registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026. É relevante notar que Jair Bolsonaro encontra-se inelegível até 2030 em decorrência de condenação pelo TSE.
