Lula abre vantagem em cenário estimulado para 2026
O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (21) uma nova pesquisa de intenções de voto para a Presidência da República em 2026. No cenário estimulado, onde os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitores, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança, com uma vantagem de 7 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro (PL).
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 18 e 20 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-09247/2026 e contratado pelo próprio instituto. As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pelo Real Time Big Data.
Cenários de segundo turno e embates diretos
Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista leva vantagem, mas a diferença de 3 pontos percentuais configura um empate técnico, considerando a margem de erro da pesquisa. Em confrontos diretos contra outros pré-candidatos, os resultados variam.
Lula aparece numericamente à frente em embates contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão). Contudo, em um hipotético duelo contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente fica 1 ponto percentual atrás do governador, o que também se enquadra em empate técnico.
Cenário espontâneo e rejeição
No cenário espontâneo, onde os eleitores citam nomes sem serem previamente informados, Jair Bolsonaro aparece com 1% das intenções de voto, apesar de sua inelegibilidade até 2030. A pesquisa também investigou a rejeição aos pré-candidatos, com Lula registrando 48% dos eleitores que afirmaram não votar nele de jeito nenhum.
A publicação de pesquisas eleitorais, como a divulgada pelo Real Time Big Data, visa fornecer um panorama do momento político. É fundamental analisar a metodologia de cada levantamento, pois fatores como a composição da amostra e a formulação das perguntas podem influenciar os resultados. Embora não sejam previsões definitivas, as pesquisas servem como ferramenta de informação para partidos, lideranças políticas e o mercado financeiro.
