Rumble reforça defesa nos EUA com nova advogada em processo contra Alexandre de Moraes
Rumble reforça defesa nos EUA com nova advogada em processo contra Alexandre de Moraes

Rumble reforça defesa nos EUA com nova advogada em processo contra Alexandre de Moraes

Rumble Contrata Nova Advogada para Ação nos EUA Contra Moraes A plataforma de vídeos Rumble registrou formalmente uma nova advogada para atuar em seu nome em uma ação judicial movida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Justiça Federal dos Estados Unidos. A medida visa fortalecer a defesa da empresa […]

Resumo

Rumble Contrata Nova Advogada para Ação nos EUA Contra Moraes

A plataforma de vídeos Rumble registrou formalmente uma nova advogada para atuar em seu nome em uma ação judicial movida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Justiça Federal dos Estados Unidos. A medida visa fortalecer a defesa da empresa no litígio que tramita na Flórida.

Documento protocolado na Corte Federal do Distrito Médio da Flórida, em Tampa, na última sexta-feira (26), formalizou a entrada da advogada Rossana Baeza. Ela apresentou um “notice of appearance”, instrumento jurídico que comunica ao tribunal a representação de uma das partes envolvidas no processo. Baeza passa a integrar a equipe que defende os interesses da Rumble.

A ação judicial tem como autores a própria Rumble e a Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O alvo da ação é o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Conforme informações divulgadas pela mídia.

Contexto da Ação Judicial

O processo nos Estados Unidos foi iniciado pelas empresas em resposta a decisões proferidas por Alexandre de Moraes no Brasil, que determinaram a remoção de conteúdos de suas plataformas. Rumble e Trump Media argumentam que tais determinações são ilegais sob a legislação americana e buscam anular ou contestar a validade dessas ordens no judiciário dos EUA.

A contratação de uma nova advogada ocorre em um momento crucial do processo. Recentemente, a Justiça americana admitiu a entrada do governo brasileiro na ação, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU). O governo alega que o caso envolve interesses institucionais do Estado brasileiro e que as decisões de Moraes foram tomadas no exercício de suas funções como ministro do STF.

Julgamento à Revelia e Intervenção Brasileira

Inicialmente, Rumble e Trump Media haviam solicitado o julgamento de Moraes à revelia, argumentando que o ministro teria sido devidamente notificado nos termos da lei americana e não teria respondido dentro do prazo legal. No entanto, a Justiça da Flórida suspendeu, por ora, a análise desse pedido.

A decisão de permitir a intervenção do governo brasileiro foi interpretada de diferentes formas. O advogado Martin De Luca, que também representa a Rumble no caso, esclareceu em suas redes sociais que a Justiça americana apenas permitiu que o Brasil apresentasse seus argumentos, mas não decidiu sobre o mérito da ação. Ele ressaltou que a entrada da AGU não significa que o Brasil substituiu Moraes como parte, nem que o caso foi encerrado ou que o ministro foi considerado imune.

De Luca também enfatizou que a Corte americana não validou, até o momento, as ordens sigilosas de remoção de conteúdo nos Estados Unidos, ponto central da argumentação das empresas autoras da ação.

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