Vários países oferecem apoio humanitário à Venezuela após série de terremotos
Líderes de nações como Estados Unidos, Brasil, Espanha e Alemanha expressaram solidariedade à Venezuela e ofereceram assistência nas operações de busca e resgate após os fortes terremotos que atingiram o país na noite de quarta-feira (24), resultando em vítimas e danos significativos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou através da plataforma Truth Social que a Casa Branca está “pronta, disposta e apta” a ajudar, classificando os abalos como eventos de “enorme magnitude”. Previamente, o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, já havia assegurado que Washington responderia à tragédia de forma “grande, rápida e eficaz”.
Na América Latina, os governos do Equador, Argentina, Uruguai e Brasil se prontificaram a oferecer ajuda. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou ao Ministério das Relações Exteriores a avaliação de medidas de assistência, que serão coordenadas com a embaixada do Brasil em Caracas.
A União Europeia também manifestou disponibilidade para prestar auxílio. A Comissária de Gestão de Crises do bloco, Hadja Lahbib, anunciou que o sistema europeu de observação por satélite, Copernicus, foi ativado para apoiar os esforços de resgate.
Ações de solidariedade internacional
Na Europa, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, ofereceu apoio ao povo venezuelano, e o ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, confirmou a prontidão do país em fornecer ajuda emergencial. A Alemanha se dispôs a enviar seis aeronaves militares de transporte A400M para auxiliar nas operações de socorro, mediante solicitação.
A Suíça anunciou o envio de uma equipe composta por 80 socorristas, oito cães de busca e 18 toneladas de equipamentos de resgate para apoiar as equipes locais nos trabalhos de busca por sobreviventes.
A China, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, declarou que fará o possível para ajudar a Venezuela. Até a tarde de quinta-feira, não havia relatos de cidadãos chineses entre as vítimas. Itália e Irã também comunicaram sua disponibilidade para oferecer assistência.
