Mensagem em WhatsApp liga senador petista a esquema do Banco Master

Mensagem em WhatsApp liga senador petista a esquema do Banco Master

Conexão petista com esquema do Banco Master exposta em mensagem Uma mensagem de WhatsApp trocada entre Augusto Lima, sócio do Banco Master, e o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, sugere uma ligação profunda entre o petismo e o esquema fraudulento investigado envolvendo a instituição financeira. A comunicação, onde Lima afirma […]

Resumo

Conexão petista com esquema do Banco Master exposta em mensagem

Uma mensagem de WhatsApp trocada entre Augusto Lima, sócio do Banco Master, e o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, sugere uma ligação profunda entre o petismo e o esquema fraudulento investigado envolvendo a instituição financeira.

A comunicação, onde Lima afirma a Wagner que ele “mais do que ninguém, sabe de minha história e faz parte disso!!”, é interpretada como um atestado de cumplicidade e conhecimento prévio dos bastidores do esquema por parte do senador.

Conforme informações divulgadas, a história em questão remete ao Credcesta, um cartão de crédito consignado criado durante gestões petistas na Bahia. Augusto Lima teria estruturado o negócio, com chancela de Wagner, garantindo um monopólio de 15 anos no mercado de cartões consignados para servidores e aposentados, com descontos de até 30% em folha de pagamento.

Origem do Credcesta e o papel do PT

O Credcesta, criticado por juros de até 6% ao mês, teria sido consolidado por um decreto do então governador Rui Costa (PT), impedindo a portabilidade e mantendo cerca de 250 mil servidores vinculados ao sistema. O que começou como uma operação local na Bahia se tornou o motor financeiro para a expansão do Banco Master em 24 estados e dezenas de municípios brasileiros.

A mensagem de Augusto Lima a Jaques Wagner reforça a ideia de que o senador não era um mero espectador, mas sim alguém com conhecimento íntimo do Credcesta desde sua concepção no governo Rui Costa, período em que Wagner atuava como secretário.

Investigações e possíveis contrapartidas

A Polícia Federal apura se o senador Jaques Wagner teria atuado em pautas de interesse do Banco Master no Senado em troca de vantagens. Entre os benefícios sob investigação estão ingressos para shows internacionais, empréstimos vultosos para parentes, viagens em jatinhos e a suposta recepção de um apartamento avaliado em R$ 2,4 milhões.

A frase enviada por Lima é vista não apenas como um pedido de lealdade pessoal, mas como uma cobrança política, evidenciando o que a reportagem descreve como um “teste de paternidade do esquema do Master” que a esquerda tentaria esconder. O esquema teria sido gestado e protegido sob governos petistas na Bahia, antes de sua expansão nacional.

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