Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (10) que o Brasil vive uma “guerra espiritual”. A declaração foi feita durante o culto em comemoração aos 100 anos da Assembleia de Deus Ministério de Madureira, realizado no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Em seu discurso, o candidato à Presidência comparou a luta política a um embate espiritual, mencionando “inimigos mentirosos” que usam a “arma do diabo, que é a mentira” para enganar a população. Ele ressaltou a dificuldade de enfrentar não apenas adversários políticos, mas também essa “guerra espiritual” que, segundo ele, o país atravessa.
Flávio Bolsonaro também fez uma oração e cantou trechos do louvor “Hino da Vitória”, que classificou como um lema pessoal e de sua campanha. Ele reforçou sua crença em um “projeto de Deus para nossa nação” que estaria se concretizando neste ano em todo o Brasil.
Apoio e declarações polêmicas
O evento contou com a presença do governador eleito do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e do pastor Silas Malafaia. Durante o culto, o bispo Samuel Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad), declarou apoio a Flávio Bolsonaro. Ferreira incentivou a plateia a repetir o slogan “irmão vota em irmão”, e embora tenha negado estar pedindo votos diretamente, referiu-se ao candidato como “futuro presidente da República”.
Em outro momento, o bispo criticou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), expressando saudade e questionando o país. “A gente sente saudade, mas a gente não pode mais ver ele. Que país é esse? Dói, mas dói muito. Nós respeitamos a lei, ainda que a gente discorde dela”, declarou Ferreira.
As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pela imprensa.
