Lula e Janja rebatem fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e atacam Flávio Bolsonaro
Lula e Janja rebatem fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e atacam Flávio Bolsonaro

Lula e Janja rebatem fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e atacam Flávio Bolsonaro

Presidente e primeira-dama se manifestam contra desinformação em comício no Pará. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou em um comício em Belém, no Pará, que “ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida” enquanto ele estiver à frente da Presidência da República. A declaração surge em meio à disseminação de uma notícia falsa […]

Resumo

Presidente e primeira-dama se manifestam contra desinformação em comício no Pará.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou em um comício em Belém, no Pará, que “ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida” enquanto ele estiver à frente da Presidência da República. A declaração surge em meio à disseminação de uma notícia falsa que atribui ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a intenção de remover a imagem de Nossa Senhora do posto de Padroeira do Brasil.

“Enquanto eu for presidente da República, ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida. Ninguém. As pessoas precisam aprender a respeitar todas as religiões, inclusive as religiões de matriz africana. É preciso. Ninguém é dono da verdade”, afirmou Lula, defendendo o respeito à diversidade religiosa.

A primeira-dama, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, também abordou o tema da desinformação durante o evento. Ela criticou a oposição, contrastando as pautas de seu governo com as da oposição. “Meus amigos, enquanto a gente quer o fim das bets, o outro lado quer o fim da padroeira do Brasil. Se dizem enviados de Deus, mas vivem à custa da fé das pessoas”, declarou Janja. Ela ainda se referiu a Flávio Bolsonaro como “Bozo filho” e à família Bolsonaro como “familícia”, conclamando os paraenses a compararem os legados de Lula e do “desgoverno da familícia Bolsonaro”. Ao final do evento, Lula recebeu uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré.

Flávio Bolsonaro compara fake news a tentativa de assassinato

Em resposta à disseminação da notícia falsa, Flávio Bolsonaro comparou a situação a um ataque sofrido por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2018. “Eu tenho a convicção de que tentaram matar o meu pai porque viram que ele já era presidente do Brasil em 2018. Por isso foram tentar eliminá-lo. Foi aquela facada, lá em Juiz de Fora”, disse o candidato do PL em entrevista ao SantoFlow Podcast. Ele acrescentou que considera a fake news uma “espécie de facada” contra sua campanha. A equipe de Flávio Bolsonaro tem buscado medidas judiciais no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Justiça Eleitoral para conter os efeitos da desinformação.

Lula já havia sido corrigido sobre o tema

No domingo anterior, o presidente Lula já havia sido questionado sobre o assunto pela jornalista Adriana Araújo, da TV Band. Ao mencionar o caso, Lula disse: “Esse negócio de mexer com Nossa Senhora Aparecida não é aceitável, não é aceitável, não dá. Já teve gente da religião evangélica que um dia chutou Nossa Senhora Aparecida”. A jornalista o interrompeu, afirmando que se tratava de uma fake news, o que levou o presidente a responder: “Eu não sei se foi fake news”.

As informações foram reunidas a partir de declarações divulgadas em veículos de imprensa.

Tags:

Veja Também

Justiça de AL condena Soraya Thronicke a indenizar Alfredo Gaspar por falsa acusação de estupro

Justiça de AL condena Soraya Thronicke a indenizar Alfredo Gaspar por falsa acusação de estupro

ONU alerta para riscos de neurotecnologia à liberdade de pensamento e privacidade

ONU alerta para riscos de neurotecnologia à liberdade de pensamento e privacidade

São Paulo amplia teste do pezinho para rastrear Atrofia Muscular Espinhal (AME) no SUS

Optogenética: A revolução que ilumina o cérebro e rendeu um Nobel

Optogenética: A revolução que ilumina o cérebro e rendeu um Nobel

Incêndio atinge prédio na UFPE pela terceira vez em oito dias; PF investigará

Incêndio atinge prédio na UFPE pela terceira vez em oito dias; PF investigará