Pablo Marçal é condenado a pagar R$ 10 mil por danos morais após soprar farinha no rosto de adversário
Pablo Marçal é condenado a pagar R$ 10 mil por danos morais após soprar farinha no rosto de adversário

Pablo Marçal é condenado a pagar R$ 10 mil por danos morais após soprar farinha no rosto de adversário

Justiça de São Paulo determina pagamento de indenização por ofensas em evento O influenciador Pablo Marçal foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais ao apresentador Marco Antonio Mills Martins. A decisão judicial, proferida nesta semana, refere-se a um incidente ocorrido em […]

Resumo

Justiça de São Paulo determina pagamento de indenização por ofensas em evento

O influenciador Pablo Marçal foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais ao apresentador Marco Antonio Mills Martins. A decisão judicial, proferida nesta semana, refere-se a um incidente ocorrido em 2024, no qual Marçal soprou farinha no rosto de Martins, que na época era vereador e atualmente concorre a deputado federal pela Rede. Cabe recurso da decisão, mas a assessoria de Marçal informou que ele não se manifestará sobre o caso no momento.

De acordo com os autos do processo, a conduta de Marçal foi considerada desrespeitosa e inadequada. O influenciador não apenas soprou farinha no rosto de Martins, mas também o provocou verbalmente com a frase “faz o M, cheirador”. O episódio foi gravado e compartilhado pelo ex-coach, alcançando a marca de sete milhões de visualizações. A Justiça, ao analisar o caso, considerou que a atitude extrapolou o mero aborrecimento, configurando dano moral passível de reparação.

A condenação de Marçal ocorreu à revelia, uma vez que ele não compareceu à audiência de conciliação que havia sido agendada para 16 de setembro. Procurada, a assessoria de imprensa do influenciador declarou que, até o momento, não há posicionamento oficial sobre a sentença.

Inelegibilidade e histórico judicial

Este episódio se soma a outras questões judiciais que afetam Pablo Marçal. Em 11 de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para indeferir o registro de sua candidatura à Presidência da República. A decisão do TSE foi baseada em condenações anteriores por promoção de concursos de cortes de vídeos com distribuição de prêmios, visando ampliar a divulgação de conteúdo eleitoral durante a campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024. Em agosto, o TSE já havia determinado a proibição do uso de recursos dos fundos eleitoral e partidário, além de restrições à propaganda e participação em debates, enquanto a análise de sua candidatura estava em curso.

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