Jim Caviezel lança novo filme de ação no Brasil enquanto cinebiografia sobre Bolsonaro enfrenta incertezas
Jim Caviezel lança novo filme de ação no Brasil enquanto cinebiografia sobre Bolsonaro enfrenta incertezas

Jim Caviezel lança novo filme de ação no Brasil enquanto cinebiografia sobre Bolsonaro enfrenta incertezas

Jim Caviezel retorna aos cinemas brasileiros com “Ghost Soldier” em novembro O ator Jim Caviezel, conhecido por seu papel em “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, terá um novo lançamento nos cinemas brasileiros. “Ghost Soldier”, um filme de ação distribuído pela Sony Pictures, tem estreia marcada para 5 de novembro. […]

Resumo

Jim Caviezel retorna aos cinemas brasileiros com “Ghost Soldier” em novembro

O ator Jim Caviezel, conhecido por seu papel em “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, terá um novo lançamento nos cinemas brasileiros. “Ghost Soldier”, um filme de ação distribuído pela Sony Pictures, tem estreia marcada para 5 de novembro. Na trama, Caviezel interpreta um ex-Boina Verde e engenheiro de sistemas de armas que se dedica a proteger uma comunidade ameaçada pela ação de uma poderosa corporação que tenta tomar suas terras.

O elenco de “Ghost Soldier” conta ainda com Olivia Thirlby, Beau Knapp, Garret Dillahunt, Shea Whigham, Alexej Manvelov e Ricky Whittle. A nova produção de ação, dirigida por William Eubank, chega aos cinemas em um momento em que “Dark Horse” enfrenta um futuro incerto no Brasil.

As informações foram reunidas a partir de dados divulgados pela Europa Filmes e pela Polícia Federal.

“Dark Horse” tem estreia adiada e enfrenta investigações

Enquanto “Ghost Soldier” tem sua estreia confirmada, a chegada de “Dark Horse” aos cinemas brasileiros está suspensa. A Europa Filmes, responsável pela distribuição nacional do longa, decidiu adiar o lançamento em meio a investigações sobre o financiamento da produção. A distribuidora também desmentiu rumores de uma pré-estreia em setembro, afirmando que não há data definida para a exibição do filme.

A decisão de adiar a estreia ocorre em um contexto de apuração pela Polícia Federal sobre suspeitas de irregularidades no financiamento de “Dark Horse”, incluindo o possível uso de recursos de emendas parlamentares. Recentemente, uma operação da PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra pessoas ligadas à produção, entre elas o deputado federal Mário Frias (PL-SP).

Investigações apontam suspeitas de esquema de financiamento

A Operação Make Up investiga se Mário Frias teria direcionado aproximadamente R$ 2 milhões em emendas parlamentares a entidades do terceiro setor em um esquema de triangulação de recursos para financiar o filme sobre Bolsonaro. Segundo os investigadores, os repasses coincidem com os períodos de filmagem e gastos da produção, além de transferências pessoais de R$ 645 mil para a produtora Go Up Entertainment, de Karina Gama.

Tanto Mário Frias quanto Karina Gama negam as irregularidades. Frias afirma que as emendas foram legalmente destinadas a projetos de letramento digital e que não passaram por suas mãos. Gama, por sua vez, alega que o filme foi custeado por fundos de investimentos privados e que sofre “perseguição política”. Ela também é alvo de outro ramo da investigação, relacionado a contratos com a prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi gratuito em comunidades, onde há indícios de preços inflados e subcontratações fraudulentas.

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